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Desratização Vila Madalena SP

A Protec Pragas tem varias tecnas para controle de roedores na vila madalena e suas regiões.

Inseticidas mais utilizados no controle

Desratização na Vila Madalena, Jardim Europa, Freguesia do ó Zona Norte, casa verde, freguesia do ó, imirim, jardim são  Paulo, Santana  Tremembé. 

Atendimento imediato 24h na Zona Oeste. Orçamento sem compromisso.

A Desentupidora Protec realiza trabalhos de desentupimento, na Zona Note. Oferecemos uma visita gratuita com atendimento imediato e um orçamento sem compromisso. O desentupimento é realizado em toda a região da Zona Norte e suas proximidades.

Inicialmente, com a descoberta de produtos químicos tóxicos no século passado, o controle de roedores passou a ser efetuado com raticidas preparados à base de arsênico, estriquinina e outros poderosos venenos. Sua eficiência foi relativa, pois traziam perigos graves à saúde humana e animal, já que também são tóxicos para outras espécies.

Um salto qualitativo foi dado com a descoberta dos anticoagulantes específicos, capazes de matar por hemorragia interna após certo período de ingestão. O desenvolvimento de novos produtos levou aos raticidas de ação crônica ou dose única, de ação mais rápida do que os anteriores, de dose múltipla. Os mais perigosos, de ação aguda, por não disporem de antídotos, são proibidos.

O controle de praga químico requer muita atenção, pois envolve manipulação de princípios ativos que exigem conhecimentos técnicos e cuidados de segurança.

A introdução desse serviço só deve ser feita se houver garantias de evitar reinfestações posteriores.

Dois fatores são fundamentais: Limpeza dos Ambientes e Proteção Física.

Esses dois trabalhos implementados sim, é que contribuem significativamente para a redução de infestações. A preservação de grãos contra o ataque de insetos, por sua vez, utiliza medidas que visam alcançar o controle em todas as suas fases de crescimento.

O processo de expurgo é feito com a utilização de gases fumigantes que penetram na massa de grãos, matando os insetos dentro ou fora das sementes. Diversas variáveis definem a eficiência do tratamento: temperatura, umidade, impurezas, qualidade dos grãos, etc.

São empregados o Brometo de Metila ou a Fosfina, ambos tóxicos e que requerem manuseio apenas por pessoas aptas, dispondo dos recursos técnicos necessários para completa segurança. O Brometo já é proibido em vários países.

Outro método de controle de praga inclui a nebulização, pulverização e o polvilhamento com inseticidas, mas o risco de efeitos residuais é presente, podendo levar a grãos desinfestados, mas contaminados.

 

» Controle de Pragas - Etapas

 

 

Inspeção Inicial:
Inicialmente para um controle de praga eficaz, se faz uma inspeção minuciosa de todas as dependências do imóvel e avaliação dos níveis de infestação com posterior mapeamento das instalações, dando-se a elas níveis de criticidade.

Identificação de Pragas:
Caracterização das pragas que infestam os setores. Esta etapa do processo de Controle de Pragas implica inicialmente no conhecimento básico da morfologia dos roedores, insetos rasteiros e voadores, pragas típicas da região etc. Esse perfil de ocorrências é registrado em formulário desenvolvido para cada instalação, reunindo dados de observação de focos e resultados das inspeções.

Sistema de Monitoramento:
Implantação de um sistema efetivo de monitoramento no Controle de Pragas, onde os registros técnicos são devidamente documentados. São os históricos de cada instalação que irão determinar parâmetros de coordenação e ajuste do Controle Integrado. Através dele são definidas as melhores ações preventivas, os detalhes das inspeções de controle e as técnicas de tratamento, equipamentos e produtos mais eficazes para o conjunto de ocorrências.

Estações de monitoramento no Controle de Pragas são instaladas em pontos estratégicos das instalações. Estas estações são mapeadas e examinadas periodicamente, e servem de indicadores de presença de pragas e, conseqüentemente, vulnerabilidade do sistema de proteção aos pontos críticos. Estas estações são armadilhas adesivas contendo atrativos alimentar ou sexual.

Controle Químico:
O controle químico requer muita atenção, pois envolve manipulação de princípios ativos que exigem conhecimentos técnicos e cuidados de segurança. Além disso, prevê equipamentos de proteção individual EPI’s, tempo de permanência do princípio ativo nas áreas, periodicidade mais adequada, uso adequado de produtos legalmente indicados e sua toxicologia, descarte de embalagens etc. O Controle Químico está presente para complementar as orientações de limpeza e higiene.

Os insetos são atraídos a determinados locais pela presença de resíduos ou odores. Despensas e áreas de preparo de alimento, lixeiras e depósitos de materiais são os principais focos de concentração de insetos. Muitas espécies habitam locais úmidos. Água parada em ralos entupidos, garrafas, vasos, pneus, empoçamentos em áreas externas, calhas, etc podem atrair insetos, dentre eles o aedes aegypti que transmite a dengue e a febre amarela.

Metodologia de Controle de Pragas:
Processo de utilização de formulações de inseticidas com alto poder de choque e efeito desalojante, priorizando a utilização de produtos com baixo odor, baixa toxidade e degradáveis ao meio ambiente.

 

» Técnicas de Controle de Pragas - Insetos Rasteiros

 

 

Tratamento de Superfície:
O Controle de Pragas para superficie é através da aplicação de calda inseticida de maneira uniforme sobre as superfícies, rodapés, na junção entre as paredes e o piso, através de pulverizadores manuais, de forma que os insetos que os percorram sejam contaminados pelos microscópicos cristais dos inseticidas aplicados.

Pulverização pelo processo de cobertura das áreas.

Controle de Insetos rasteiros. Tipos de Insetos: Pulgas, baratas, ácaros, aranhas, escorpiões e traças.

 

Tratamento Localizado:
O Controle de Pragas para tratamento localizado é através de aplicação de calda inseticida diretamente nos esconderijos e abrigos dos insetos, localizados nas pequenas frestas, reentrâncias, rachaduras, gretas e ninchos existentes nas superfícies e junções, através de pulverizadores manuais, visando principalmente o extermínio das baratas germânicas, aranhas e escorpiões.

Pulverização técnica direcionada aos focos.

 

Controle de Insetos rasteiros. Tipos de Insetos: Formigas, cupins de madeira,    besouros, baratas, larvas de mosquitos e brocas.

 

Tratamento do Perímetro:
O Controle de Pragas para tratamento do Perímetro é através de uma aplicação de barreira química protetora em torno das instalações tratadas. A aplicação dessa espécie de anel protetor impedirá o acesso de novos insetos rasteiros ao interior da área alvo, evitando-se assim novas manifestações.

Pulverização pelo processo perimetral.

Controle de Insetos rasteiros. Tipos de Insetos: Baratas, traças e formigas caseiras.

Processo de polvilhamento técnico direcionado nas áreas de focos (Inseticida Pó seco):
Controle de Insetos subterrâneos e rasteiros. Tipos de Insetos: Formigas, cupins de solo, brocas e baratas.

Processo de injeção direcionada nas áreas de focos:
Controle de Insetos rasteiros. Tipos de Insetos: Cupins de madeira e brocas.

Processo de Barreira Química

Abertura de valas internas e externas 100 mm largura x 200 mm profundidade. 
Controle de Insetos subterrâneos. Tipo de Inseto: Cupim de solo.

Fumigação ou Expurgo:
É o processo do uso de pastilhas de gás em câmaras ou colônias de insetos. 
Tipo de Insetos: cupins de solo e formigas. 

Processo de aplicação do GEL contra insetos rasteiros (PG). 

 Técnicas de Controle de Pragas - Baratas

No Controle de Pragas para baratas, o tratamento se faz através de aplicações de gel. Aplicação de pequenas quantidades (0,03g) na forma de gotas com auxílio de pistola dosador, aparelho exclusivo de alta precisão. Essas gotas de gel atraem baratas em uma distância de até um metro do ponto de aplicação e a contaminação de outras baratas se dá pelo canibalismo de carcaças ou pela ingestão de fezes de baratas contaminadas, o que gera a morte em cadeia. Essas gotas são aplicadas nas áreas onde as baratas se abrigam e se agregam, ou seja, frestas, cavidades, cantos ou por onde elas se movimentam.
O gel pode também ser aplicado em utensílios domésticos e equipamentos elétricos (computadores, caixas registradoras, painéis elétricos etc.) que são abrigos preferidos das baratas. A aplicação com gel pode ser feita no horário normal evitando os inconvenientes da aplicação líquida: paralisação das atividades, necessidade do pré preparo da área e odor incômodo. O gel é a solução mais eficiente para o controle profissional de baratas: barata alemã (Blattela Germânica) e barata americana (Periplaneta Americana), pois promove um rápido controle noturno e reduz imediatamente a população destes insetos.

Aplicação de Gel direcionada aos focos

Controle de Insetos rasteiros. Tipos de Insetos: Formigas, cupins de madeira, besouros, baratas, larvas de mosquitos e brocas.

 Técnicas de Controle de Pragas - Insetos Voadores e Traça

Tratamento espacial:
o Controle de Pragas para insetos voadores e traças é feito através do “tratamento espacial”. Saturação do ambiente com microgotículas de calda inseticida, as quais serão levadas a todas as partes do recinto assim tratado, pelas próprias correntes de ar ali existentes. Devido às pequenas dimensões dessas gotículas, elas ficam por longo período de tempo em suspensão no ar ambiente e são capazes de penetrar em todos os espaços da área, incluindo os esconderijos dos insetos. Essa técnica utiliza atomizadores elétricos que produzem uma finíssima névoa e os termonebulizadores que produzem uma neblina densa.

Atomização pelo processo de cobertura ( áreas internas )

Controle de Insetos rasteiros e aéreos. Tipos de Insetos: Moscas, mosquitos, pulgas, baratas e ácaros.

Termo nebulização pelo processo de cobertura (áreas externas) - FOG

 

Controle de Insetos aéreos e rasteiros. Tipos de Insetos: Baratas, moscas, mosquitos, besouros, vespas, aranhas e traças.

 Como evitar a presença de insetos?

Assegurar o bom fechamento das portas de comunicação externa.

Manter um distanciamento entre a vegetação e a face externa das instalações, que possibilite a limpeza e manutenção adequada destas.

As calhas dos telhados devem ser mantidas em bom estado de conservação, livres de resíduos e retenções de água.

As latas de lixo devem estar bem tampadas e distantes da construção.

Verificar calhas de estrutura e acabamento que possam permitir a entrada de insetos, e providenciar os reparos necessários.

Manter as garagens e depósitos limpos e livres de jornais velhos.

Lavar as garrafas de bebidas e vasilhames reutilizáveis antes de armazená-los.

Adotar limpeza frequente dos interiores, principalmente do mobiliário, nos locais propícios ao acúmulo de poeira e outros resíduos.

Vedar as molduras de janelas e batentes das portas, visando a diminuição dos pontos de entrada de insetos; providenciar a instalação de telas de malha fina nas janelas, bem como sua manutenção, além dos reparos necessários em todos os seus componentes.

Manter as chaminés de lareiras, fornos e outros condutores de aquecimento fechados quando não utilizados.

Inspecionar plantas ornamentais quanto à presença de pragas antes de sua introdução nas instalações internas.

 Técnicas de Controle de Pragas - RatosOs ratos são encontrados no mundo inteiro vivendo sempre em associação com o homem, originários da Ásia. Acompanharam os homens no desenvolvimento de suas culturas até atingirem todos os continentes. Transportados por navios à partir da Índia e do Golfo Pérsico, para o Mar Vermelho, África e Mediterrâneo.

Na época das Cruzadas (século XIII e XIV) já eram combatidos com o uso de arsênico. O primeiro roedor a aparecer foi o rato de telhado (rattus rattus) e na América do Sul seu aparecimento foi no Perú no ano de 1544.

A ratazana (ratus novergicos) tem a sua origem, seguindo os mesmos caminhos, e chegando à Europa no começo do século XVIII e posteriormente à América. Adaptou-se em ambientes subterrâneos formando túneis (tocas) com grandes profundidades.

Os camundongos (mus musculus) tiveram origem na Rússia e Irã e daí disseminaram-se pelo mundo através das rotas das caravanas desde do século IX.

Os roedores são os piores inimigos do homem; causam-lhes prejuízos econômicos, transmitem doenças e são encarados como pestes caseiras.

Após a Segunda Grande Guerra Mundial foram desenvolvidas diversas técnicas e procedimentos para a eliminação dos roedores, com programas que abrangiam todas as áreas relacionadas às infestações.

Metodologias

Classificação dos Raticidas

Literaturas dos Roedores

Doenças Transmitidas pelos Roedores

Prejuízos Econômico

 Técnicas utilizadas:

 Controle integrado de combate aos roedores através de comedouros ou cochos, com iscas associadas a essências aromáticas.

 Controle integrado de combate aos roedores através de portas iscas, com isca tipo bloco parafinado associada a essências aromáticas.

  Controle integrado de combate a roedores através do pó de contato:

São placas de poliétileno contendo o pó de contato associado ao princípio ativo do raticida, colocadas em áreas de alimentação. Exemplo: Empresa de manufatura de alimentos, cozinhas industriais e demais áreas de riscos.

 Doenças mais comuns transmitidas ao homem pelos ratos:

O rato transmite uma série de doenças, algumas delas fatais. As doenças são transmitidas pelas fezes, urina, pulgas e mordedura do rato.

 Algumas Doenças Transmitidas por Ratos

Doença

Outros Nomes

Transmissão

Agente da Doença

  Tifo Murino

 Febre Murina

  Picada da pulga do rato

  Rickettsia Typhi

  Salmonelose

 

  Ingestão de alimentos
  contaminados

  Bactérias Salmoneas

  Triquinose

 

  Ingestão de carne infectada
  com larvas de Triquinina

  Trinchinella Spirallis

  Leptospirose

 Doença de Weil

Ingestão de alimentos ou água infectada pelo excremento de ratos infectados ou ainda por meio de banhos em águas contaminadas

 

  Leptospira Spp
  (a espécie) 

  Febre de Mordida
  do Rato

 

  Mordida do rato

  Spirillum minus

  Peste Bubônica

 

  Picada da pulga do rato

  Yersínia Pestis

 

 

Prejuízo Econômico:

Os roedores são responsáveis por grandes perdas de materiais à humanidade . Os ratos roem a fim de desgastar seus dentes incisivos que são de crescimento contínuo, chegando a crescer até 13 centímetros por ano. Roer, portanto, é uma necessidade vital pois se não desgastados, os incisivos em pouco tempo impedem a própria alimentação do animal que morre por inanição. Em congresso realizado em Budapeste chegou-se a conclusão de que 25% dos incêndios são consequências da atividade dos ratos que provocam curto-circuito em fiações por aquecimento de aparelhagem, pois impregnam os mecanismos com uma resina que impede o livre fluxo da corrente.

Tendo em vista o aspecto segurança da aplicação, torna-se indispensável à aplicação das iscas envenenadas dentro de comedouros próprios (caixas de segurança com abertura para entrada de roedores) evitando assim o acesso de animais, crianças, pássaros ou irresponsáveis às iscas envenenadas.

Após um trabalho de desratização é comum o aparecimento de baratas e pulgas que devem ser imediatamente erradicadas através dos seguintes processos:

 

» Descupinização  -   combate as pulgas

» Desinsetização   -  combate a insetos em geral.

 

Métodos de Controle - Processo:Identificação, análise e apresentação de sugestões para criar medidas preventivas; Formação de anel sanitário, isolando a população murina de suas fontes vitais;

 Identificação de colônias e aplicação de raticidas (blocos, granulados, pó) através da Instalação de unidades (PPE – Ponto Permanente de Envenenamento) com lacre inviolável em lugares seguros e previamente estudados pela equipe técnica da empresa, possibilitando assim, identificação, sinalização dos pontos comedouros, controle do consumo de raticida, etc.Como se prevenir contra ratos?

Só coloque lixo em sacos fechados e em lugares altos.

Nunca jogue lixo nas ruas ou em terrenos baldios.

Sempre guarde os alimentos em recipientes fechados.

Não deixe o mato alto em jardins e quintais.

Mantenha tudo limpo.

 Técnicas de Controle de Pragas - Cupins

 

 

Os cupins são insetos sociáveis, assim como as formigas e as abelhas, possuem uma estrutura de forma organizada e vivem em túneis fechados, no solo, madeira ou estruturas suspensas em árvores ou arbustos. Diferem entre si quanto a forma e a função que desempenham dentro da colônia. As colônias podem apresentar milhares de indivíduos, compreendendo 3 ou mais castas: sexuada, soldados e operários. Na alimentação consomem celulose, a qual é digerida por flagelados simbiontes existentes em seu aparelho digestivo.

Cupins Subterrâneos (Coptotermes havilandi):São assim chamados pelo fato de construírem suas colônias freqüentemente abaixo da superfície do solo, atacando as madeiras que estão em contato direto com o solo e alvenaria das construções.

Fazem seus ninhos em lajes, caixões perdidos, juntas de dilatação, utilizam redes  hidráulicas  e  condutores  elétricos,    sem nenhum contato com o solo. A ligação entre a colônia e a fonte de alimento (celulose) pode ser feita por meio de túneis através de vários componentes como piso, paredes, cordões de gesso, mesmo que o ninho esteja localizado a dezenas de metros da área construída. Esta espécie é responsável pelo maior parte dos prejuízo no Brasil.

 

 

Danos causados pelos Cupins:

Estimativas feitas com o Coptotermes havilandi, nos Estados Unidos, indicam que uma colônia desta espécie, contendo cerca de 3 milhões de indivíduos, pode consumir madeira a uma taxa de 360 gramas por dia. Uma colônia madura de cupins subterrâneos desta espécie pode causar severos danos a uma estrutura em apenas três meses. Desta maneira é imprescindível que seja identificado o quanto antes uma infestação por cupim subterrâneo.

O montante dos danos pode ser grande não apenas pelo tamanho da colônia que está atacando uma estrutura, mas também porque nada impede que duas ou mais colônias estejam infestando a mesma estrutura.

Tratamento contra Cupins

O conhecimento da biologia desses insetos é base fundamental na adoção de medidas preventivas e curativas. Seus hábitos de vida, reprodução, exigências quanto à temperatura e umidade são alguns fatores que determinam procedimentos a serem adotados no seu controle.

Dentre os insetos xilófagos, dois grupos são os principais responsáveis pelos danos causados às madeiras, nas mais diferentes situações onde essa matéria-prima é utilizada. Esses dois grupos são os Cupins e as Brocas-de-madeira.

Os cupins são socialmente organizados e cada integrante possui uma função pré definida. Assim, não há peça de madeira, celulose e derivados que resista ao poder devastador dos cupins. Comprometem até construções de concreto, esburacando e destruindo estruturas de madeira da construção, criando vãos e danificando instalações elétricas. São capazes de destruir um vigamento de telhado em poucas semanas, e multiplicam­se com grande facilidade e velocidade. Causadores dos maiores prejuízos, tais como: desabamentos, incêndios, destruição...Os cupins podem chegar a milhões de indivíduos. Alimentam­se basicamente de celulose e derivados, escavando galerias em móveis e livros.

 

Fique atento aos sinais que indicam a presença de cupins!

  Revoadas:
As revoadas ocorrem quando as colônias de cupins liberam os siriris (ou aleluias). São os cupins com asas que irão formar novas colônias. Elas acontecem geralmente nas tardes quentes de primavera e verão.

Você pode encontrar asas ou siriris mortos próximos de janelas e de lâmpadas, pois são atraídos pela luz. Se você viu siriris, é sinal de que há colônias de cupins próximo ou até mesmo dentro de seu estabelecimento.

 Presença de túneis de cupins subterrâneos na estrutura;

 Presença de grânulos (fezes de cupins de madeira seca) junto aos móveis, portas e batentes.

 As brocas-de-madeira encontram-se em um grupo de insetos compostos por milhares de espécies na sua maioria xilófagas. Esses insetos são frequentemente confundidos com os cupins-de-madeira-seca por também expelirem resíduos das peças atacadas. Entretanto as brocas-de-madeira diferem dos cupins em vários aspectos.

 Brocas-de madeira e cupins são dois grupos taxonomicamente distintos. As brocas, cujos adultos são os besouros, pertencem a ordem dos Coleópteros, enquanto os cupins, cujos adultos são conhecidos como siriris ou aleluias, pertencem à ordem dos Isópteros.

  As brocas-de-madeira não são insetos sociais. Uma madeira atacada por brocas pode conter dezenas ou centenas de indivíduos, entretanto cada um vive independentemente dos outros.

 Metodologia Operacional no Controle de Cupins:

A metodologia operacional para Controle de Cupins Subterrâneos inicia-se com análises e estudos de características básicas, como

da edificação, junto às plantas hidráulicas, elétricas, estruturais, etc.;

da infestação através de dados colhidos na vistoria técnica;

do ambiente para definir o método e estratégia de combate.

 

 

Conjugando estas e outras informações será elaborado o projeto de combate a estes insetos na edificação.

 

Tratamento da Estrutura:

Nas edificações existem na estrutura espaços que inacessíveis e imperceptíveis às pessoas de forma geral, oferecem condições de vida ideal aos cupins subterrâneos, fornecendo alimentos.

Exemplo: madeiras (de formas abandonadas), abrigo (espaços internos na estrutura como, caixões perdidos, estuques, lajes duplas, lajes entulhadas, paredes duplas, redes hidráulicas, elétricas, gás, etc.), vias de locomoção e invasão (juntas de dilatação, redes elétricas, hidráulicas, gás, etc.).

Além disto nossas edificações os protegem de seus inimigos naturais, atuando como verdadeiras fortalezas.

Prevenção:

Consertar vazamentos e infiltrações, pois a umidade é favorável a infestação de cupins;

Não guardar madeira junto à casa; Não permitir que água se acumule nas lajes;

Ao adquirir móveis em madeira verifique se há indícios da presença de cupins.

Fazer descupinização periodicamente.

Inseticidas mais utilizados no controle
de Vetores e Pragas Urbanas

 

 

1. Introdução

2. Lista de Produtos Domissanitários 

3. Inseticidas de origem vegetal

     3.1. Piretrina

4. Inseticidas inorgânicos

     4.1.Ácido Bórico

     4.2.Diatomáceas

5. Grupo químico clorados

6. Grupo químico  Organofosforados

     6.1.Diclorvos (DDVP)

     6.2.Clorpirifós

     6.3.Diazinom

     6.4.Malation

     6.5.Pirimifós Metil

     6.6.Temefós

7. Grupo quimico Carbamatos

     7.1.Propoxur

     7.2.Carbaril

8. Grupo químico Piretróides (Piretrinas Naturais e Piretróides Sintéticos)

     Piretróides de primeira geração

     8.1.Aletrina

     8.2.Bioaletrina

     8.3.Resmetrina

     8.4.Tetrametrina

     Piretróides de segunda geração

     8.5.Permetrina

     8.6.Cipermetrina

     8.7.Deltametrina

     8.8.Lambdacialotrina

9. Grupo químico fumigantes

 

Inseticidas de Terceira geração

10. Inseticidas Biológicos

     10.1. Bacillus thuringiensis israelensis (Bti).

     10.2. Bacillus sphaericus (Bs)

11. Feromônios

 

Inseticidas de Quarta geração

12. Inibidores de crescimento de insetos (IGR)

     12.1.Juvenóides (JHA) ou Neotenina

     12.2.Metoprene

     12.3.Hidroprene

     12.4.Piriproxifen

     12.5.Inibidores da síntese de quitina dos insetos

 

13. Formulações

     13.1. Formulações não comerciais

          13.1.2. Produtos técnicos ou grau técnico

          13.1.3. Padrão analítico

          13.1.3. Pó seco concentrado

     13.2. Formulações comerciais

          13.2.1.  Pó seco ( PS ou Dustable Power-DP )

          13.2.2. Pó molhável (PM e Wettable Power WP)

               13.2.2.1. Saquinhos Hidrossolúveis

          13.2.3. Pó Solúvel  (PS)

          13.2.4. Granulados ( G ou Granule GR)

          13.2.5. Concentrados emulsionáveis, emulsão concentrada ou emulsões e dispersão aquosa.

          13.2.6. Microemulsão aquosa (EW)

          13.2.7. Soluções microencapsuladas (CS, MICROCAP, ME)

          13.2.8. Soluções aquosas (SA)

          13.2.9. Soluções concentradas (sc)

          13.2.10. Aerossóis

          13.2 11. Suspensão líquida

          13.2.12. Pastilhas inseticidas

          13.2.13. Iscas inseticidas

          13.2.14. Gasosos

          13.2.15. Pasta

14. Adjuvantes

15. Sinergismo
16. Cuidados ao manusear produtos inseticidas
17. Métodos de aplicação de inseticidas

      17.1. Pulverização
      17.2. Pincelamento
      17.3. Iscagem
      17.4. Polvilhamento
      17.5. Atomização ou Nebulização
      17.6. Termonebulização
      17.7. Barreira química

 

 

        1. Introdução
          Os inseticidas ocupam lugar de destaque no nosso meio. São muito usados na agricultura, na pecuária e na saúde pública. É necessário um bom conhecimento dos inseticidas, das maneiras de aplicá-los, das pragas que poderão ser combatidas, da toxidade, das formulações e dos meios de prevenção à poluição de alimentos e de água.

          Os inseticidas podem ser caracterizados cronologicamente, segundo o seu aparecimento e desenvolvimento.

 

Inseticidas de Primeira geração

Inorgânicos

Enxofre, Arsênico, Fluoreto e ácido bórico

Orgânicos vegetais

Nicotina, Piretrinas naturais, Rotenona

Orgânicos minerais

Óleos minerais

Inseticidas de Segunda geração Orgânicos Sintéticos

Clorados

DDT, Aldrino, Dodecacloro, BHC

Fosforados: ( não sintéticos )

Diazinon, Dichorvos,DDPV

Carbamatos: ( não Sistêmicos )

Propoxur, Bendiocarb etc.

Piretróides

Deltametrina, Permetrina. Cypermetrina,Cyfluthrin etc

Inseticidas de Terceira geração

Biológicos

Fungos, Bactérias e Vírus

Fermônios

Goosyplure, Grandlure e muscanone

Inseticidas de Quarta geração

Hormônios e inibidores de crescimento

Diflubenzuron, Methoprene, Ciromazina, Hydroprene e Juvabiona

Inseticidas de Quinta geração

Antihormônios

Vegetal – Precocenos e Microrganismos Lactonas ( Avermectin)

 

          Quase todos os inseticidas de primeira geração já não mais usados, dentre as exceções, temos o enxofre e o ácido bórico.

Os de segunda geração são ainda os mais usados. Os clorados foram proibidos, devido a seu elevado efeito residuais no, ambiente. Os demais são largamente empregados, com poucos casos de restrições.

          Dentre os inseticidas de Terceira geração, existem algumas formulações microbianas. Os feromônios são os mais específicos, apesar de não serem classificados como inseticidas. Os inseticidas de Quarta geração, como os juvenóides, atuam no processo de formação da cutícula do inseto (quitina), inibindo o seu crescimento. Por fim, os inseticidas de Quinta geração estão em processo de desenvolvimento na sua maior parte.

 

        2. Lista de Produtos Domissanitários

 

PRINCÍPIO ATIVO

NOME COMERCIAL

PRAGA PRINCIPAL

AZAMETHIFÓS

Vetor ,Moscafim Plus

moscas, moscas e baratas

ALFACIPERMETRINA

Alfacipermetrina fersol 50 sc

Baratas, moscas e mosquitos

BENDIOCARBE

Ficam VC

Escorpiões, mosquitos, pulgas, formigas, moscas, e percevejos

BENZOILURÉIA

Recruit AG; Recruit II

 

BETA-CIFLUTRINA

Responsar SC 1,25

Formigas, traças precevejos

CIFLUTRINA

Solfac CE 5 %

Aranhas, pulgas, formigas, escorpiões

CIPERMETRINA

Cipermetrina 200CE, Cipermetrina 300 CE Cipermetrina 40 PM,

Cyperchem 250 BR,

Cymperator 25 CE

Baratas, moscas e mosquitos; Baratas, moscas, aranhas, formigas e mosquitos; Baratas, formigas, moscas, cupins de madeira seca e cupins subterrâneos.

CIROMAZINA

Larvadex 10; Neporex 50 SP

Moscas

CIPERMETRINA E PRALETRINA

Cipraletrina 16,25 CE

Baratas, moscas e mosquitos

CLORPIRIFÓS

Clorpirifós fersol 480 CE

Baratas, moscas, mosquitos, cupins de solo e cupins de Madeira seca

DICLORVOS OU DDVP

DDVP Fersol 1000 CE

Baratas, moscas e mosquitos

DELTAMETRINA

K- Othirine SC 25;

K-Othirine CE 25;

K-Othirine Pó;

K-Othirine 2P;

Deltametrina fersol 25 CE; Deltagard WG 250

Insetos rasteiros e voadores; Traças, aranhas, mosquitos, baratas, pulgas, formigas, moscas, cupins de madeira seca e brocas; pulgas e formigas; Pulgas formigas e baratas; insetos de grãos armazenados; Cupins de madeira seca e brocas.

HIDRAMETILONA

Maxforce gel; Maxforce IC

Baratas

IMIDACLOPRID

Premise SC 200; Quickbayt

Cupins de solo

LAMBDACIALOTRINA

Full;Icon 5 CE;Icon 10 Pm; Demand 10 CS; Lamthrin)

Escorpiões, aranhas, mosquitos, baratas, pulgas, formigas e moscas; Carrapaticidas.

LARVICIDA BIOLÓGICO

Teknar

Mosquitos e borrachudos

PYRIPROXYFEN

Dragon

Baratas, moscas, mosquitos e pulgas

PIRIMIFÓS-METÍLICO

Acetilic 500 CE; Actellicprof 50 CE

Caruncho-dos-cereais, traça-dos-cereais; Moscas, baratas, mosquitos e pulgas.

PERMETRINA

Permetrina Fersol 100 CE; Permetrina Fersol 384 CE

Moscas, mosquitos, baratas, cupins de solo e madeira

SULFLURAMIDA

Antiforce Gel; Blattanex Gel

Formigas urbanas, Formigas caseiras

THIAMETHOXAM

Agita 10 WG; Opitgard LT

Moscas de instalações rurais; Cupins subterrâneos e formigas.

TRIFLUMURON(IGR)

Starycide SC 480

Controle de larvas de moscas e mosquitos, pulgas e baratas

TEMEFÓS

Temefós fersol 500; Temefós 1 G

Larvas de mosquitos

 

        3. Inseticidas de Origem Vegetal 
          São inseticidas derivados de planta. São muito instáveis e voláteis, proporcionando um efeito residual muito curto. Podem causar irritações e reações alérgicas.

          3.1. Piretrina
          A Piretrina é o inseticida de origem vegetal mais utilizado, principalmente no controle de ectoparasitos de pequenos animais com produtos de uso doméstico. As Piretrinas proporcionam um bom efeito knock-down e são normalmente associados com inseticidas de ação mais residual para garantir um efeito mais prolongado

        4. Inseticidas Inorgânicos 
          São chamados de inseticidas minerais por serem minerais refinados e formulados como inseticida. Quimicamente eles são separados dos inseticidas de origem vegetal e orgânicos por não conterem átomo de carbono em sua molécula.

          4.1. Acido Bórico
          É utilizado como um inseticida de ação estomacal e com pouca atividade de contato, sendo que apresenta uma ação lenta. Pode ser formulado na forma de pó seco em altas concentrações para o controle de baratas e formigas. Pode ser formulado na forma de iscas para o controle de baratas e formigas-do-faraó.

          4.2.Diatomácea
          É formulado na forma de pó seco, possuindo uma ação inseticida lenta que causa a morte por dissecação do inseto, pelos danos ocasionados na camada de cera que protege a cutícula do inseto.

 

        5. Grupo químico Clorados
          Por muitos anos os clorados foram usados na saúde pública no combate a vetores de doenças, insetos domésticos e da agricultura. Devido aos efeitos adversos e persistência no meio ambiente, no homem e nos animais, os inseticidas clorados foram proibidos. O DDT foi por muitos anos um dos principais produtos no controle de vetores sendo responsável por dar o nome as empresas de controle de pragas de Dedetizadoras. Devido a sua alta estabilidade química, alta solubilidade na gordura e insolubilidade na água, fazem com que esse composto se acumule nos tecidos de animais e vegetais; com isso, teremos a acumulação do produto na cadeia alimentar. Atualmente novas classes de inseticidas e formulações estão sendo desenvolvidas e substituem os clorados. 

 

        6. Grupo químico Organofosforados Fosforados
          Contem fósforo em sua composição. Foram desenvolvidos como armas químicas de guerra e, desde 1944, vêm sendo os compostos inseticidas mais utilizados em nível mundial, em substituição aos organoclorados. Devido à sua eficiência e relativa baixa toxidade, são largamente utilizados no controle de insetos urbanos. As populações de insetos submetidos à ação destes compostos levam até décadas para demonstrarem resistência.

Mecanismos de ação: Interferem no sistema nervoso, através da inibição da colinesterase, que media os impulsos nervosos; são lipossolúveis, e contam com a ação de antídotos, como antropina. Como alguns exemplos de representante do grupo: diazinon,DDVP, clorpirifós, azametifós, temefós etc.

     Classe toxicológica: As classes toxicológicas dos produtos fosforados são: Dichlorvos II, Chlorpyrifos II e Diazinon II.

     Cuidados: Causam intoxicação agudas, sendo o grupo de inseticidas que maior número de casos graves registra.

     Sintomas: Acentuado efeito através de inibição enzimática (colinesterase)

     Antídoto: São o sulfato de atropina e as oximas

     Uso: Eles são letais à grande maioria dos insetos não sendo tão persistentes no ambiente quanto os clorados.

São tóxicos quando ingeridos oralmente.


          6.1. Diclorvos (DDVP)
          O modo de ação é por contato, ingestão e fumigação. São substâncias muito voláteis e atua principalmente pelos vapores, razão pela qual tem um período residual muito curto.  Quanto à toxidade é um dos organofosforados mais tóxicos para mamíferos, mas a substância hidrolisa-se muito rápido no corpo do mamífero. É tóxico para as abelhas.
          As pragas combatidas são as moscas, mosquitos, pulgas, baratas, piolhos, formigas, traças. É conveniente para o controle de moscas e mosquitos com pouca ventilação. As formulações disponíveis são o concentrado emulsionável. É corrosivo para o ferro e aço, e pode manchar carpetes. Devido sua alta toxidade não possui aprovação para uso concentrado em residências.

          6.2. Clorpirifós
          Quanto ao modo de ação se da por contato, ingestão e fumigação. Possuem poder residual curto devido à volatibilidade, mas pode em algumas situações e dependendo da formulação, ter um poder residual moderado. Compatível com inseticidas ácidos, mas corrosivos para metais, latão e cobre. Possui alto odor e pode ter seu uso limitado em algumas áreas internas. Quanto à toxidade a absorção pela pele é pequena, mas causa leve irritação nos olhos. A toxidade é moderada, sendo tóxico para peixes e crustáceos.
          As pragas combatidas são baratas, cupins e formigas. As formulações incluem concentrados emulsionável, microencapsulados e iscas para baratas.

          6.3. Diazinom
          O modo de ação se da por contato, ingestão e fumigação. Deve-se evitar que seja misturado a líquido ácido ou neutro, pois o diazinom tem seu poder diminuído. Tem um bom poder knock-down, mas um curto poder residual. Possui uma ação um pouco mais rápida do que o clorpirifós. As aves são muito sensíveis ao inseticida e é moderadamente tóxico para os mamíferos. As pragas combatidas são as moscas adultas e larvas, pulgas e baratas. As formulações incluem concentrados emulsionáveis e microencapsulados.

          6.4. Malation
          O modo de ação ocorre por contato, ingestão, fumigação. Ele decompõe-se sob altas temperaturas e em meio alcalino sofrendo hidrólise. Oferece baixa toxidade aos mamíferos, mas é tóxico para os peixes. São usados como pulverização espacial para o controle de mosquitos da dengue. As formulações incluem concentrados emulsionáveis, pó molhável, pó seco e grau técnico. Pode ser corrosivo a metais, ferro e causar danos a automóveis e manchar carpetes.

          6.5. Pirimifós Metil
É usado para controle de adultos e larvas de mosquitos, moscas, pulgas, percevejo-de-cama, baratas e pragas de grãos armazenados. o modo de ação se dá por contato e fumigação, bastante eficiente em ambiente fechado, como no controle de pragas de grãos armazenados. Possui baixa toxidade um poder residual curto quando aplicado na água, desaparecendo rapidamente, pode ser usado como larvicida contra mosquitos. As formulações encontradas são concentrados emulsionáveis, pó molhável e pó seco.

          6.6.Temefós
          É usado principalmente como larvicida no controle de mosquitos e borrachudos. É um produto seguro, sendo conveniente para o tratamento de água potável e outras fontes de água; deve-se observar a dosagem correta, não mais que 1mg/litro (1 ppm). Biologicamente a formulação líquida é superior à granular; mas a aparência da água potável tratada não é aceita. É estável em águas com pH de a 5 a 7; ocorre hidrólise em pH menor que 2 e maior que 9, dependendo da temperatura. As formulações encontradas são; concentrado emulsionável e granulado.

        7. Inseticidas Carbamatos

          São derivados dos ácidos carbâmicos e desenvolvidos a partir dos anos 50. Não apresentam bioacumulação no organismo e seu mecanismo de ação é semelhante aos dos fosforados, portanto, contando com a ação dos mesmos antídotos. Os principais representantes do grupo são: Propoxur, Aldicarb e Bendiocarb.

Principio Ativo: é um grupo de inseticidas desenvolvido, onde o ingrediente ativo é derivado do ácido N-metil-carbônico.

     Classe toxicológica: As classes toxicológicas dos principais produtos técnicos: Propoxur II Bendiocarb I.

     Cuidados: Os carbamatos apresentam maior segurança na manipulação, pois quando surgem os primeiros sintomas de intoxicação, a dose absorvida esta longe do nível letal devido à rapidez de sua metabolização.

     Sintomas: Agem como inibidores enzimáticos (colinesterase). Mas, em contraste como os organofosforado, esta inibição é reversível. Este fato permite ao homem uma rápida recuperação do envenenamento acidental.

     Antídoto: Os sintomas de intoxicação são os mesmos indicados para os fosforados (inibição enzimática) tendo os mesmos antídotos (sulfato de atropina), mas não são usadas oximas.

     Uso: Amplo espectro no combate a insetos rasteiros e voadores.

 

          7.1.Propoxur
          O modo de ação se dá por contato e ingestão. É utilizado principalmente por seu efeito de choque e por seu poder residual moderado. Quando em meio alcalino, o inseticida decompõe-se. Apresenta toxidade moderada e é tóxico para as abelhas. As pragas combatidas são as baratas e pulgas. As formulações encontradas são os concentrados emulsionáveis, pó seco e aerossóis.

 

          7.2.Carbaril
          O modo de ação se dá por contato e ingestão. É pouco utilizado devido ao seu curto poder residual e altas doses necessárias. Em meio alcalino é rapidamente hidrolisado e, em consequência, perde seu efeito inseticida. É menos tóxico que os outros carbamatos sendo considerado pouco tóxico. Não se acumula no organismo, sendo excretado pela urina. É tóxico para as abelhas.
          As pragas combatidas são as baratas, piolhos, pulgas, formas jovens de carrapatos, ácaros em cachorros. As moscas são um pouco tolerantes. Formulações encontradas é o pó seco.

 

        8. Grupo químico Piretróides (Piretrinas Naturais e Piretróides Sintéticos)

          As piretrinas naturais são extraídas das flores do Chrysanthemum cinerariaefolium e a partir destas sintetizaram-se os piretróides sintéticos. As piretrinas naturais apresentam boas propriedades inseticidas e baixa toxidade aos mamíferos, porém apresentam baixa estabilidade no meio ambiente. Os piretróides podem ser instáveis em presença de luz (fotolábeis) como Aletrina, Resmetrina, Tetrametrina e Fenotrina e os estáveis à presença de luz, como Permetrina, Cipermetrina, Deltametrina e Lambdacialotrina. Em algumas situações ou pragas, a eficiência dos piretróides pode ser aumentada adicionando-se um sinergista como o Butóxido de Piperonila.
          Os piretróides são análogos sintéticos ao piretro, com melhor ação biológica, desenvolvidos e lançados no mercado na década de 70. Algumas formulações possuem poder de desalojar os insetos. São altamente eficientes para baratas e fulmigantes para as moscas e mosquitos. Possuem, muitas vezes, curto poder residual. São indicados para ambientes que requeiram critério e cuidado na aplicação.

          Mecanismos de ação: agem no sistema nervoso, com interferência na bomba de sódio. São substâncias hidrossolúveis, extremamente tóxicas aos insetos e peixes, apresentando baixa toxidade aos mamíferos embora altamente irritantes para a mucosa e vias aéreas superiores. Geralmente, apresentam boa ação de choque e baixo poder residual. Todavia, as populações de insetos submetidos às aplicações contínuas dessas substâncias apresentam resistência após três a cinco anos de uso.

          Classe toxicológica: as classes toxicológicas dos principais produtos técnicos são as seguintes Cipermetrina II, Deltametrina III, Permetrina III e CyfiuthrinII.

          Toxidade: as piretrinas naturais, bem como os piretróides sintéticos, não se acumulam nos tecidos dos organismos, sendo prontamente metabolizados e eliminados nos animais. Apresentam ação tóxica para o homem somente no caso de ingestão, pois se ingerida acidentalmente quantidade significante de piretrinas, aparecem irritabilidade, incoordenação, paralisia muscular.

          Cuidados: os piretroides são substâncias irritantes e alérgicas, podendo desenvolver casos de asma e bronquite em crianças. É indispensável o uso de máscaras protetoras, óculos e luvas.

          Sintomas: o seu modo de ação é menos conhecido do que o de qualquer outro grupo de compostos. Nos insetos, os efeitos característicos de paralisia e sua rapidez indicam claramente que agem no sistema nervoso central.

Antídoto: para o tratamento, são indicad







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