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Desentupidora Protec no Jardim Aeroporto

Atendimento 24hs imediato no Jardim Aeroporto.orçamento sem compromisso.

A melhor forma de manter uma residência ou empresa funcionando plenamente, com um sistema de água e esgoto eficiente e que promova a economia na conta do mês é contando com o serviço de uma desentupidora no Aeroporto e qualificada e com profissionais capacitados para encontrar problemas de tubulação, vazamentos e pontos de obstrução da rede. Uma desentupidora precisa estar à disposição do cliente para resolver emergências e problemas domésticos comuns.

Desentupidora Aeroporto

A Protec Pragas é uma empresa que atua no bairro do Aeroporto como desentupidora e dedetizadora, prestando serviços qualificados para empresas, escolas e pessoas físicas. Como desentupidora, a Protec Pragas trabalha com atendimento 24 horas para moradores de São Paulo e da Grande São Paulo.

O serviço da desentupidora Protec Pragas é feito em diversas frentes, como desentupimento, limpeza de fossas, caça-vazamentos, hidrojateamento, limpeza de caixa d'água, entre outras atividades. A desentupidora Protec conta com profissionais altamente capacitados e as melhores técnicas e equipamentos para acabar com entupimentos.

Benefícios da Protec Pragas Desentupidora

A empresa oferece ao cliente as mais avançadas tecnologias para acabar com qualquer tipo de problema em tubulações, encanamentos e outras questões hidráulicas de casas, pontos comerciais e empresas. O trabalho é desenvolvido com seriedade, comprometimento e muita dedicação, buscando a causa do problema e a melhor solução.

A desentupidora Protec também garante o preço mais econômico de São Paulo, além de garantia total de qualidade dos serviços prestados. O trabalho da desentupidora é feito com urgência, respeitando o tempo acordado com o cliente.

Desentupidora Jardim Aeroporto

Congonhas foi construído com a intenção de prover São Paulo com um aeroporto que não estivesse sujeito às enchentes do rio Tietê, como ocorria no Campo de Marte. Na década de 1970, um salão do aeroporto com vista para a pista era usado para inúmeras festas de formatura, casamento e assemelhados.

Desentupidora Aeroporto

 

Desde a década de 1980, quando foi planejado e construído o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos, Congonhas — de pequena capacidade e localizado no meio da cidade — atende regularmente apenas aos voos domésticos. Por esse motivo, em 2008 a ANAC retirou a denominação de "Internacional" do aeródromo. No entanto, ele recebe voos internacionais de comitivas oficiais estrangeiras e nacionais, cabendo à Polícia Federal realizar a imigração das aeronaves.

 

Saguão principal do Aeroporto de Congonhas.

Em que pese a redução no movimento do aeroporto, o mesmo permanece com tráfego elevado, sendo um dos aeroportos mais movimentados do mundo. Um projeto de reformulação e melhorias para adequar o aeroporto ao tráfego de 12 milhões de passageiros/ano foi posto em prática pela Infraero, e suas obras tiveram início em 2003. A primeira etapa da obra, com a reformulação da área de embarque e desembarque, com a instalação de fingers, ficou pronta em 15 de agosto de 2004. Em dezembro de 2005 foi entregue de um prédio de estacionamento com capacidade para mais de 3 mil vagas. Em 25 de janeiro de 2008 foi inaugurada a passagem subterrânea Paulo Autran que elimina uma semáforo no acesso ao aeroporto. O aeroporto também passou por reformas na pista principal e auxiliar entre fevereiro e junho de 2007.

Em 5 de fevereiro de 2007, a Justiça Federal de São Paulo determinou a proibição das operações dos aviões Fokker 100 e dos Boeing 737-300 e 737-700 no aeroporto de Congonhas. Na sentença, o juiz negou o pedido do Ministério Público Federal de fechar a pista principal do aeroporto por causa do risco de derrapagens em dias de chuva, mas determinou a suspensão da operação dessas aeronaves para evitar acidentes.

Consoante a decisão do juiz, o trânsito dos modelos Boeing 737-300, Boeing 737-700 e Fokker 100 em Congonhas é arriscado porque eles utilizam mais de 80% da pista principal para pousar e decolar. Da margem considerada de segurança, que corresponde a 388 metros (20% da pista), esses aviões deixam livres, respectivamente, apenas 356 m, 308 m e 378 m. Os outros modelos analisados que operam no terminal, o Boeing 737-800 e os Airbus A-319 e A-320, deixam em média 476 m, 603 m e 447 m sobrantes, respectivamente. O juiz solicitou ainda informações complementares sobre o funcionamento dos 737-400 e poderia também determinar o cancelamento de suas operações em Congonhas.

Na prática, nenhuma aeronave deixou de operar em Congonhas em razão de uma liminar concedida, em 7 de fevereiro de 2007, por um desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Para tanto, levou-se em consideração que bastaria fechar a pista principal do aeroporto em dias de chuva, para evitar derrapagens.

Após esse fato o aeroporto começou a decair no ranking de aeroportos mais movimentados do Brasil, inclusive por sua falta de espaço para crescer. Em janeiro de 2013 foi ultrapassado pelo Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, e passou a ser o terceiro mais movimentado do país.

Congonhas após o acidente do voo TAM 3054[editar | editar código-fonte]

Filas no aeroporto de Congonhas, dias após o acidente do vôo 3054 da TAM.

Operários fazem o grooving (ranhuras para escoamento de água, que facilitam a frenagem) na pista principal depois do acidente do Voo TAM 3054.

Até 17 de julho de 2007, dia do acidente do Voo TAM 3054, o Aeroporto de Congonhas era o mais movimentado do país, recebendo no ano de 2006 18,8 milhões de passageiros, 50% acima de sua capacidade operacional.4 5

O acidente fez com que o governo brasileiro limitasse o percurso dos voos que têm o aeroporto com destino ou origem a 1.000 km e proibisse que o aeroporto fosse usado para escalas e conexões, essa proibição vigorou até 6 de março de 2008.6 Durante esse período, Congonhas deixou de ser um aeroporto de distribuição de voos (hub), e funcionou somente como terminal de operação direta.

A intenção do governo era que os vôos retirados de Congonhas fossem transferidos para os Aeroportos Internacional de São Paulo (Cumbica), em Guarulhos, Viracopos, em Campinas, Jundiaí (aviação executiva) e São José dos Campos.

Após o acidente Voo TAM 3054, foi decretado através da Infraero e do Ministério da Defesa, a criação de áreas de escape de concreto poroso em cada cabeceira. Enquanto as áreas não estão prontas, são chamadas distâncias declaradas para pousos e decolagens, assim sendo:

Pista 17R/35L: 150 metros

Pista 17L/35R: 120 metros







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