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Dedetizadora Higienópolis

Atendimento 24hs no bairro do Higienópolis.Orçamento sem compromisso.

Nada é pior para a saúde e para a tranquilidade de uma família do que viver num ambiente tomado por pragas e animais peçonhentos perigosos. Em casos de problemas com pragas de todos os tipos, o serviço de uma dedetizadora é fundamental para reestabelecer a tranquilidade dentro de uma empresa, comércio, escola ou residência. O trabalho da dedetizadora é justamente eliminar de uma vez por todas as pragas que atormentam um ambiente, como ratos, baratas, escorpiões, formigas, cupins, carrapatos, pulgas, marimbondos, entre outros.

Dedetizadora Higienópolis     Dedetizadora Higienópolis

A dedetizadora Protec Pragas trabalha há vários anos prestando o melhor serviço de dedetização e combate a pragas para os moradores de São Paulo e Grande São Paulo. Com uma equipe capacitada e treinada, a Protec consegue eliminar os piores tipos de pragas e animais. O objetivo da empresa é oferecer aos seus clientes serviços de dedetização com preço acessível, e com total comprometimento.

A Protec Pragas trabalha com qualidade na execução e prestação do seu serviço, garantindo a satisfação e a saúde do cliente em primeiro lugar. A dedetizadora Protec realiza um trabalho com confiança e segurança. Todos os especialistas da empresa estão à disposição dos clientes 24 horas por dia para resolver questões de pragas diversas em empresas, residências, hospitais, comércios, lojas e restaurantes.

Benefícios dos serviços da Protec Dedetizadora

O princípio da dedetizadora também prevê a preservação do meio ambiente durante os serviços de dedetização e eliminação de pragas urbanas. A Dedetizadora Protec também atua na eliminação de focos e criadouros do mosquito da dengue, uma praga que representa um grande risco para a saúde pública no Brasil.

Dedetizadora Higienópolis

O serviço adequado de dedetização também ajuda a prevenir outras doenças, como a Febre Amarela, a Leptospirose e as picadas de escorpiões. O serviço da dedetizadora Protec atende os requisitos técnicos para promover o controle das pragas e garantir a saúde, a higiene e o conforto dos clientes.

O serviço é indicado para o controle de todos os tipos de insetos e pequenos animais, evitando a proliferação de pragas e de doenças. Os principais serviços de dedetização são para controle e extermínio de baratas, mosquitos, moscas, formigas, pernilongos, escorpiões, morcegos, caramujos, ratos e pombos.

Dedetizadora Higienópolis

A Protec Dedetizadora está preparada para atender todos os tipos de emergências envolvendo pragas urbanas em São Paulo e região. A empresa trabalha 24 horas por dia, todos os dias da semana, para garantir a saúde e o bem estar de seus clientes. Entre em contato com a Protec Dedetizadora pelo telefone (11) 2815.0234 e solicite um orçamento.

A metodologia de trabalho da Protec utiliza todos os procedimentos de Pulverização ou micropulverização líquida, Povilhamento, Desinfecção e também Gelticida. A primeira visita técnica para vistoria é gratuita. Os serviços mais prestados pela Protec Dedetizadora são: imunização química contra baratas de esgoto, carrapatos, aranhas, pulgas, traças, formigas e outros insetos, além de micro pulverização e aplicação de gelticida. Todos os procedimentos são feitos por profissionais capacitados, não deixam cheiro no local e adotam todas as normas de segurança e proteção ambiental exigidas por lei.

Higienópolis é um bairro nobre localizado na região central da cidade brasileira de São Paulo. Está situado em uma das regiões mais altas da cidade, chamada de Espigão da Paulista. Apresenta perfil residencial, caracterizado por uma população de rendas média-alta e alta, sendo também conhecido pela presença de relevantes instituições culturais.

A região na qual se constitui é ocupada desde o século XVI, tendo seu desenvolvimento se dado paralelamente àquele da própria cidade. O bairro se destaca pela presença de grande quantidade de exemplares da arquitetura de tendências diversas. Sempre foi endereço de expressivas famílias tradicionais da aristocracia paulista, de ascendência notadamente portuguesa, passando a abrigar habitantes de variadas origens, migrantes e imigrantes, inclusive judeus de diversas nacionalidades provindos em sua maioria da Europa Central, tendo ainda se tornado um dos bairros preferidos por artistas em geral.

Limita-se com os bairros de: Cerqueira César, Pacaembu, Santa Cecília e Vila Buarque.

História

A região onde se situam os atuais bairros de Higienópolis, Pacaembu e Perdizes compreendia a "Sesmaria do Pacaembu", que era dividida em Pacaembu de Cima, do Meio e de Baixo.1 A extensa propriedade rural pertencia à Companhia de Jesus. Seus membros, os jesuítas, receberam-na no século XVI como resultado de uma doação feita pelo donatário Martim Afonso de Sousa. Esses religiosos foram violentamente expulsos do Reino de Portugal e de suas colônias em 1760, através da determinação de Marquês de Pombal e seus bens foram confiscados e vendidos, dentre eles a sesmaria.2 E ali, com o passar dos anos, integrantes da aristocracia paulistana construíam suas chácaras, propriedades urbano-rurais e auto-suficientes em água e subsistência.2

Devido ao crescimento da cidade, causado pelo êxodo rural e o Ciclo do café, essas moradias foram loteadas.2 As antigas terras do Barão de Ramalho e do Barão Wanderley, que juntas apresentavam 847.473 m², foram compradas em 1893 por Martinho Buchard e Victor Nothmann, capitalistas alemães.1 Os dois empreendedores trouxeram da França o projeto e os materiais para a construção do segundo loteamento planejado e de alto-padrão da cidade, destinado especificamente para a elite paulistana. Chamado primeiramente de "Boulevard Bouchard", o loteamento fora lançado em 1895.3 Porém, futuramente receberia o nome de Higienópolis (cidade ou lugar de higiene) devido às suas características, ressaltadas pela publicidade, tais como o fornecimento de água e esgoto, que na época eram existentes em poucos locais da cidade.4 Além disso possuiria também iluminação à gás, arborização e seria atendido por linhas de bondes,2 sendo considerado como o maior loteamento em extensão territorial e em importância social e econômica.5

Visão da Universidade Presbiteriana Mackenzie, tem suas origens no Mackenzie College, construído em 1874.

Na época a região já contava com o Colégio Mackenzie - Gyminasio Americano, que gerou o atual campus paulistano da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Construído em 1874 no terreno de parte da antiga chácara de Dona Maria Antônia da Silva Ramos, e que foi um empreendimento idealizado pelo Reverendo Chamberlain.6 Além do Hospital Samaritano de São Paulo, edificado em 1892 pela firma Krugg&Filho, através de doações diversas: de José Pereira Achau (por testamento), Victor Nothmann e Burchard, dos presbiterianos do Instituto Mackenzie, família Lee e Dona Maria Paes de Barros.

O loteamento foi dividido em duas fases: Higienópolis 1 e Higienópolis 2, possuindo lotes de 700m² a 1000 m².3 Na primeira etapa, a dos altos de Santa Cecília, vias foram criadas e receberam os nomes de 3 senhoras integrantes da aristocracia local, proprietárias de extensa áreas na região, todas filhas de abastados barões: Maria Angélica de Sousa Queirós, filha do barão de Sousa Queirós (Avenida Angélica), Maria Antônia da Silva Ramos, filha do barão de Antonina (Rua Maria Antônia) e Veridiana da Silva Prado, filha do barão de Iguape (Rua Dona Veridiana).

"A Avenida Higienópolis, com alguns palacetes belíssimos e muitas casas bonitas, ricos jardins e arranjos de terreno que eliminam toda a monotonia da cidade, pode competir vitoriosamente com as mais belas ruas modernas das cidades europeias, com a vantagem que, nos jardins, há uma flora quase tropical, a alegria das corolas multicolores, plantas de folhagens régias e variedade de vivos vegetais de toda espécie. Outras novas e amplas ruas se entrelaçam, contornadas sempre de casinhas de um a dois andares, edificações ocultas entre os ramos e as flores, alegres habitações de luzes e de cores que irradiam uma aura de doçura e de simplicidade".

Ernesto Bertarelli, artista italiano e colaborador do jornal O Estado de São Paulo,7 em 1913.8

E logo a área foi ocupada pela aristocracia do café, fazendeiros, empresários, comerciantes, anglo-saxões e profissionais liberais; que erguiam seus palacetes, os mais elegantes da cidade.8 Muitos deles anteriormente moravam nos Campos Elíseos, primeiro bairro nobre paulistano.9 10

Dentre os membros da elite destacam-se:as famílias Sousa Queirós, Prado, Alves Lima, Silva Telles, Toledo Piza, Pacheco e Silva, Paes de Barros, Barros Brotero, Amaral Souza, Lucas Garcia Borges, o conde Antônio Álvares Leite Penteado, o cafeicultor Carlos Leôncio de Magalhães, a família do presidente Rodrigues Alves, o presidente Fernando Henrique Cardoso, o empresário e comendador Franz Müller, o delegado Arthur Rudge da Silva Ramos, o jurista e político Jorge Americano, os ex-prefeitos da cidade: o urbanista e engenheiro Francisco Prestes Maia e o empresário, banqueiro e engenheiro Olavo Egydio Setubal, o aristocrata e cafeicultor José de Queirós Aranha, a pintora modernista Tarsila do Amaral, a pianista Guiomar Novais, o jornalista Júlio Mesquita, o médico e ex-governador do estado Ademar de Barros, o médico Geraldo Vicente de Azevedo, e, dentre outros, Dom Luís Gastão de Orléans e Bragança, príncipe imperial do Brasil. 11

Antiga residência de Francisco Camargo Lima, a partir de 1949; do médico Rubens de Brito, posteriormente transformada em agência bancária.

As mansões do bairro reproduziam os modelos franceses,8 procurava-se imitar o modo de vida das metrópoles europeias mais importantes do século XIX, tanto que a manutenção de um palacete exigia no mínimo de 10 a 15 criados.8 Os móveis, o material de construção e até a planta das casas eram trazidas da Europa. Possuíam pomares e jardins, algumas delas seriam tombadas pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico Cultural e Ambiental de São Paulo e, instituições educacionais e consulados se estabeleceriam nas tradicionais moradias.12 Uma das mais conhecidas da época chamava-se Vila Penteado. Construída em 1902 no estilo art nouveau, era pertencente ao conde Antônio Álvares Leite Penteado, fazendeiro de café e industrial paulista, detentor de grande riqueza. Projetada pelo engenheiro sueco Carlos Ekman13 foi a lançadora desse estilo na cidade. Decorada com estátuas, mobiliário, vitrais e mármores europeus. Ocupava toda a quadra entre a Avenida Higienópolis, ruas Sabará, Maranhão e Itambé, com grande área verde.14 15

No ano de 1900, deu-se a inauguração da linha de bondes elétricos da Vila Buarque, fato que causou o desenvolvimento do bairro iniciado na região da Rua Maranhão. O "bonde 25", como era chamado, que passava por essa rua, atraía visitantes devido à arquitetura e ao luxo da área.1 16

Em 1928 foi inaugurada a Paróquia de Santa Teresinha do Menino Jesus, projetada pelo engenheiro italiano Antonio Vincenti, sendo executada a obra pelo arquiteto Fiorello Panelli, com seu interior inacabado. A imagem de Santa Teresinha, trazida da cidade francesa de Lisieux, sendo doação de dona Sofia Neves Torres e o sino, presente do empresário ítalo-brasileiro Conde Matarazzo.17 18

Crises

A epidemia de febre amarela, que invadiu a cidade de Campinas (a porta da cafeicultura do planalto), tendo Adolfo Lutz, calculado em três quartos a população que deixou Campinas em direção a outras cidades, fugindo da epidemia, com os fazendeiros transferindo suas residências para a capital, embora a grande maioria conservando suas fazendas e lavouras no interior19 . A Grande Depressão (a Crise de 1929) e a Revolução de 1930 trouxeram mudanças a muitas famílias, além da perda dos investimentos de diversos cafeicultores.20 Então inicia-se o processo de verticalização do bairro, sendo um dos primeiros após o Centro Histórico da cidade.

Seu primeiro edifício foi o Condomínio Edifício Alagoas (1933), para Abel Drummond, pela construtora Barreto Xandi & Cia.3 , o primeiro da capital do Estado a ter um apartamento por andar, e que causou críticas por ser construído em um bairro apenas de casas e onde residiu o escritor e jornalista católico Plínio Corrêa de Oliveira.

O segundo edifício (1935), seguido de outras construções importantes e de luxo, o Edificio Santo André, obra de Francisco Matarazzo e do arquiteto francês Jacques Pilon, na Rua Piauí esquina com Avenida Angélica, foi onde residiu a artista Tarsila do Amaral, com vista para o Parque Buenos Aires, com painel no hall de entrada, em alto relevo, do artista John Graz, e foi considerado o edifício elegante da ocasião. O Santo André foi ainda o primeiro edifício a usar estacas tipo Franki em sua fundação.21 O terceiro foi o Edifício Augusto Barreto, em estilo art déco, pegado, no lado da Avenida Angélica.

E foi construído o D.Pedro II, o primeiro da Avenida Higienópolis (1938) com somente 2 andares. E o Edifício Santa Amália (1943), na Rua Piauí, pegado ao Edifício Santo André, obra de Francisco Matarazzo Netto, e o Edifício Higienópolis (1943), no terreno da outrora residência da família Alves Lima.

Os anos de 1940 surgiram com edificação de novos prédios a preços módicos, como o Edifício Rubayat e o Edifício Teresópolis. Aconteceu o êxodo da elite deixando seus palacetes para locais mais aprazíveis, dando lugar aos edifícios para a classe média. Em 1946 o Edifício Louveira, edifício residencial localizado na praça Vilaboim, foi projetado pelos arquitetos João Batista Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, sendo considerado importante representante da arquitetura moderna, tendo sido tombado pelo Condephaat.).22

O Edifício Prudência (1944), foi um projeto de Rino Levi, com jardins de Burle Marx. E surgiram prédios como o D.João V, construção de Adolpho Lindenberg (engenheiro)23 , Brasil Colonia, Brasil Império, Brasil República, Lindenberg e aqueles denominados de mansão:Mansão Orlandina Rudge Ramos, Mansão Michelangelo, Mansão Verlaine. E, os edifícios Barão de Antonina, Barão de Jundiaí, Marquês de Três Rios, Solar do Conde, Príncipe de Galles, Professor Vilaboim, Louveira (1946), Paulistania, São Clemente, Lafayette e tantos outros.

E o Edifício Bretagne (1959), construção projetada por João Artacho Jurado, na Avenida Higienópolis, tendo ao lado o palacete de Antonieta Cintra Gordinho e o da Cúria Metropolitana de São Paulo, e do mesmo, o Edifício Parque das Hortensias (1957), o Edifício Piauí (1949) e o Edifício Cinderela (1956).24

 

 

Edifício Bretagne.

Aconteceu aquela que seria considerada uma revolução na arquitetura residencial paulistana: o advento da arquitetura modernista em edifícios de apartamentos. Toda a cidade de São Paulo até então se caracterizava pelos traços da arquitetura eclética, de perfil historicista e europeizante da elite local.

No entanto, a partir da década de 1950, o bairro começou a assumir o caráter pelo qual se tornou conhecido, recebendo grande quantidade de investimentos imobiliários incentivados pela baronesa do café e herdeira da sesmaria de São Antônio da Posse, Fernanda da Veiga de Mattos. Além de proprietária de grande parcela do que hoje é o bairro, foi grande incentivadora do capitalismo selvagem (assim como os integrantes da banda Titãs, em seu single "Homem Primata") e adquiriu em seguida o que hoje é o bairro do Jardim Paulista e Cerqueira César (nome dado em homenagem ao primo que trouxe a tecnologia da escada Magyros e a técnica de produção da garrafa PET e também era conhecido pelo seu acrônimo, CêCê.

Há quem diga que a necessidade de aquisições compulsivas de lenços (lençomania), levaram à demolição de grande parte dos antigos casarões que o caracterizavam. Com tal fenômeno, o bairro tornou-se um ponto de destaque na cidade como um "mostruário" de exemplares diversos também de arquitetura, ocupado quase que predominantemente por edifícios de apartamentos de múltiplos andares, transformando-se na década de 1960 em uma "floresta de concreto armado", entremeados, com lojas do artefatos objeto de sua fixação.

Houve um grande aumento na população, de onde surgiram outros perfis de moradores como: profissionais liberais, funcionários, estudantes, comerciantes, industriais, e judeus abonados advindos do Bom Retiro2 , sendo que, as novas gerações das famílias judaicas mudavam-se para o bairro, trazendo consigo colégios tradicionais e sinagogas. O bairro abriga de 20-40% dos judeus paulistanos25 , e segundo a Federação Israelita do Estado de São Paulo abriga 12 mil das 60 mil pessoas que formam a comunidade26 , ocupando prédios especificamente projetados a eles, apresentando os chamados elevadores-shabat, programados para parar em todos os andares e ficarem abertos por alguns segundos para dar tempo de as pessoas entrarem e seguirem até o piso desejado, sendo acionados pelo peso. A região possui seis sinagogas: a Beit Yacov, a Mekor Chaim, a Monte Sinai, a Bnei Akiva, a Binian Olam e a Knesset Israel.26 . Porém, na maioria dos prédios do bairro, as construções apresentam elevadores que operam da forma normal e tradicional do país.

 

Mesmo após a abertura de outros bairros de perfil elitizado, Higienópolis manteve-se como uma área de grande valor e conseguiu se adiantar na evolução urbanística paulistana. No período entre as décadas de 1970 a 1990, manteve-se exceção frente ao esvaziamento do centro de São Paulo pelas camadas de renda superiores, constituindo-se ainda em um espaço de segregação social, devido principalmente à sua arquitetura e pelas instituições culturais que abriga, em comparação ao bairro de Campos Elíseos no distrito de Santa Cecília.

 







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